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Desabamento de parte de área de lazer de condomínio de luxo completa dois meses

Desabamento de parte de área de lazer de condomínio de luxo completa dois meses

Folha Vitória|Do R7

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Foto: ​TV Vitória

O desabamento de parte da área de lazer do condomínio de luxo Grand Parc, na Enseada do Suá, em Vitória, completou dois meses nesta segunda-feira (19). As perícias no local foram suspensas e os moradores não sabem quando poderão voltar para suas residências.


Quem tenta se acostumar a nova realidade e a nova residência é o estudante Pedro Mosé Noé. Ele e a família moravam no 22º andar de uma das torres. “Eu estou pegando o jeito deste quarto, me acostumando com ele. Por enquanto eu estou tentando me acostumar a este lugar aqui”.

Na época do desabamento, o estudante viajava com os pais para fora do país. Enquanto isso, a avó e duas tias dele que moravam em uma casa se preparavam para mudar para um apartamento. De acordo com a mãe do estudante, a jornalista Patrícia Mosé, o acidente alterou os planos da família de manter a residência da avó do estudante fechada.


“No meio do caminho teve o acidente e a gente resolveu ficar na casa, alugar de certa forma a casa da minha sogra porque iria ficar fechada e principalmente porque com a saída da minha sogra e das minhas cunhadas, muita coisa ficou na casa, então eu estou usando isso porque tudo o que é meu está no apartamento”.

De acordo com o representante dos moradores do Grand Parc, José Christo, vários moradores estão hospedados em hotéis depois que a Defesa Civil interditou o local. A expectativa dos moradores é que as perícias sejam concluídas logo.


“A nossa expectativa era de que as perícias se concluíssem o mais breve possível, porque só com a conclusão das perícias que vão dar um horizonte ao morador. Saber qual é o prazo que eles vão estar fora, quando que eles podem voltar para seus apartamentos”, disse.

O caso do desabamento continua sendo investigado pela Polícia Civil. Os laudos da perícia realizada pela Delegacia de Crimes Contra a Vida de Vitória devem ficar prontos no final de outubro.


Em relação as outras perícias que estavam sendo realizadas no local, elas foram suspensas devido a um pedido feito à justiça pela MCS Tecnologia e Estruturas, que é responsável pelo projeto básico do condomínio.

A empresa quer comprovar que não há erros de cálculos e que os projetos elaborados por ela estão corretos. Enquanto não sai a determinação do juiz sobre o pedido, a retirada dos escombros fica suspensa, assim como as perícias.

A empresa seguradora informou por meio de nota que "por questões judiciais que não envolvem o seguro do Condomínio Grand Parc Residencial Resort, foi suspensa qualquer tipo de perícia no local. Sendo assim, a Allianz Seguros aguarda liberação para dar prosseguimento aos trabalhos".

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