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Gugu conta história da bebê gerada pela mãe com morte cerebral em Colatina

Gugu conta história da bebê gerada pela mãe com morte cerebral em Colatina

Folha Vitória|Do R7

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Apresentador faz surpresa para o pai da criança e acompanha saída da bebê do hospital Divulgação/Record
Apresentador faz surpresa para o pai da criança e acompanha saída da bebê do hospital Divulgação/Record Folha Vitória - Cidades 2

Foto: Divulgação/Record

Este caso é o único que se tem relato no Brasil. No mundo, são apenas 35 casos. Durante esse período, Vitória Manuela foi mantida viva na barriga da mãe, Rosiele Ferreira Onofre Pires. A bebê nasceu graças ao grande trabalho de uma equipe médica. 


Liberação do hospital

Após três meses da morte cerebral da mãe, Vitória Manuela foi levada para casa


Foto: Reprodução/TV Vitória

Na última sta sexta-feira (07), a empreitada de três meses dos médicos para salvar a vida da pequena Vitória Manuela. A bebê, nascida no dia 18 de agosto com 30 semanas e dois dias, é filha da adolescente Rosiele Ferreira Onofre Pires, que teve morte cerebral em Colatina e foi mantida viva com a ajuda de aparelhos por quase um mês e meio até que a criança tivesse condições de sobreviver fora de sua barriga.


De acordo com o Hospital Maternidade São José, onde mãe e filha ficaram internadas, a bebê recebeu alta médica no início da tarde, foi levada para casa pelo pai, Deiso da Silva, pesando 2,37 kg, mais que o dobro de quando nasceu (1,1 kg). 

“Quando ela foi diagnosticada o bebê estava com um peso muito baixo e significava um risco de morte iminente, ele dificilmente sobreviveria naquele momento”, afirmou Fabiana Patrão, uma das médicas que participou do atendimento a mãe e filha.


Entenda o caso

Aos 17 anos, Rosiele deu entrada na maternidade no dia 05 de julho após passar mal em casa, no município de Alto Rio Novo. Segundo familiares, e adolescente sentiu fortes dores de cabeça e acabou desmaiando

Ao ser levada para o hospital, foi diagnosticada com um aneurisma que provocou a morte cerebral de Rosiele. Grávida de sete meses, a jovem foi mantida viva por 43 dias com ajuda de aparelhos para salvar o bebê. 

Depois da realização da cesariana, os aparelhos que mantinham Rosiele viva foram desligados e a doação dos órgãos da jovem não foi autorizada pela família. “A minha mãe não quis que tirassem nada da minha irmã, nenhum órgão para doação e respeitamos a vontade dela”, disse o irmão da adolescente, Carlos Ferreira Onofre. 

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