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Tenente-coronel é preso suspeito de incitar paralisação da PM no Espírito Santo

Tenente-coronel é preso suspeito de incitar paralisação da PM no Espírito Santo

Folha Vitória|Do R7

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Folha Vitória - Cidades 4
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Foto: Reprodução Facebook

O tenente-coronel Carlos Alberto Foresti foi preso e encaminhado, na manhã deste domingo (26), para o Presídio da Polícia Militar do Espírito Santo, em Vitória. Contra Foresti havia um mandado de prisão em aberto, já que ele é apontado pela Justiça como um dos responsáveis por incitar a paralisação da PM no Estado, que foi encerrada neste sábado (25).


De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), na manhã de sábado o tenente-coronel entrou em contato com policiais militares da Corregedoria e tomou conhecimento do mandado de prisão que havia sido expedido em seu nome.

Ainda segundo a Sesp, às 17h40 do mesmo dia o oficial se apresentou na unidade da Polícia Militar de Itaperuna, no estado do Rio de Janeiro, e foi encaminhado para Vitória, onde chegou na manhã deste domingo.


A Secretaria Estadual de Segurança informou ainda que a Polícia Militar estará adotando medidas para cumprir as ordens de prisões dos outros três policiais militares com mandando de prisão ainda em aberto.

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Antes de se apresentar à PM de Itaperuna, Foresti publicou um texto no Facebook, onde procurou esclarecer as circunstâncias de sua prisão. O militar informou que ainda estava tentando recuperar sua saúde e que havia passado a última noite na Unidade de Saúde de Raposo, também no Rio de Janeiro, "com problemas sérios de pressão baixa, desidratação, vômitos e diarreia". 

Além disso, o tenente-coronel afirmou estar afastado por 30 dias pelos médicos do Hospital da Polícia Militar (HPM), com Junta Médica marcada para o próximo mês, e estar sem armamento da PM desde o dia 8 de fevereiro.


"Tenho endereço fixo onde foram esta manhã, mas eu estava tentando repousar em uma estância para recuperar minha saúde já debilitada e pelo visto não consegui", publicou o militar.

Foresti afirmou ainda não ter motivos para se esconder. "Sou uma pessoa do bem e todos que me conhecem, inclusive na PMES, na minha cidade natal e nos lugares onde já residi e trabalhei podem confirmar. Já comuniquei à Corregedoria o local onde estava hospedado desde que tomei conhecimento do mandado de prisão", escreveu.

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