Funcionários, professores e PT se desentendem no Acre
Discussões entre diferentes frentes quase causaram tumulto na manifestação em Rio Branco
Cidades|Do R7
Discussões entre funcionários públicos federais, professores em greve e militantes do PT por pouco não tumultuam a manifestação no centro de Rio Branco (AC).
Quando a passeata, até então tranquila, chegou à frente do Gabinete Civil do governo do Acre, o presidente da Juventude Petista no Acre, Cesário Campelo Braga, pediu o microfone para se pronunciar.
Braga foi vaiado e viu-se obrigado a entregar o microfone à organização do manifesto.
O grupo petista foi forçado a deixar a manifestação.
Um manifestante tentou rasgar uma pequena faixa empunhada por um jovem do partido. A organização conduziu a situação ajudada por líderes sindicais.
Os ânimos se acalmaram e a passeata seguiu pelo centro da capital acreana até o retorno à Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), local de saída da passeata.
Uma bandeira da legenda foi queimada na caminhada dos funcionários públicos.
No Estado, a manifestação dos funcionários foi muito influenciada pelo descontentamento dos professores do sistema público de ensino, em greve há 17 dias.
Nesta quinta-feira (11), um grupo de 50 professores montaria uma acampamento em frente à Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) como forma de pressionar o governo estadual a retomar as negociações.
O governo do Estado se retirou dos debates na semana passada, diante das constantes negativas de não aceitação das propostas oficiais relacionadas ao aumento de 15% reivindicado pela categoria, "reenquadramento" e revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR).













