Greve de ônibus afeta 50.000 pessoas em Pelotas (RS)
Trabalhadores querem reajuste salarial maior do que o oferecido
Cidades|Do R7
Trabalhadores do transporte urbano de Pelotas, no interior do Rio Grande do Sul, amanheceram de braços cruzados nesta quinta-feira (13). Eles rejeitaram a proposta de reajuste oferecida pelas empresas.
Cerca de 50.000 pessoas dependem dos ônibus todos os dias na cidade. A queixa da categoria é, principalmente, porque os preços das tarifas subiram e as reivindicações salariais não foram atendidas. Segundo o diretor do Sindicato dos Rodoviários de Pelotas, Eder Blank, os patrões querem um reajuste entre 6% e 8%, mas o esperado é de pelo menos 14%.
Para Jorge Zolof Oehlschlagher, diretor do sindicato que representa as empresas de transporte rodoviários de Pelotas, o movimento pode ser considerado ilegal se não for respeitado um percentual mínimo de ônibus nas ruas. Ele ainda reforçou que o prejuízo da greve é da população.
Porto Alegre
No começo do mês, motoristas e cobradores de ônibus da empresa Carris, na capital, também fizeram uma paralisação que durou quatro dias. Mais de 200.000 usuários foram afetados. A greve chegou ao fim depois de um acordo firmado no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e aprovado pelos trabalhadores em assembleia.
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