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Imagens inéditas mostram veículos sendo ‘engolidos’ após queda de ponte entre TO e MA

Desastre aconteceu em 2024 deixou ao menos 14 pessoas mortas e três desaparecidos

Cidades|Do R7 com informações da RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Imagens mostram a queda da Ponte Juscelino Kubitschek entre Tocantins e Maranhão em 22 de dezembro de 2024.
  • Acidente resultou em 14 mortos e 3 desaparecidos, incluindo crianças e idosos.
  • Apenas uma pessoa, Jair Silva Rodrigues, de 36 anos, foi resgatada com vida.
  • Buscas pelos desaparecidos foram realizadas com lanchas, motos aquáticas e drones, mas mergulhadores não puderam entrar na água por segurança.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Imagens inéditas mostram vídeos gravados por um dos caminhões que caiu da Ponte Juscelino Kubitschek, que liga Tocantins ao Maranhão, no dia 22 de dezembro de 2024.

Nos vídeos, é possível ver a dimensão do acidente que deixou, ao menos, 14 mortos.


O desabamento

A queda da ponte deixou três pessoas desaparecidas e 14 mortes confirmadas. Apenas um homem foi resgatado com vida da tragédia: Jair Silva Rodrigues, de 36 anos. Entre os mortos e desaparecidos, estão crianças e idosos.

As ações para localizar os desaparecidos ocorreram de forma pontual, com uso de lanchas, motos aquáticas e drones. Na ocasião, a Marinha informou que mergulhadores estavam proibidos de entrar na água por falta de segurança.


Ponte reconstruída

Um ano após a tragédia, uma nova ponte que liga o Maranhão ao estado de Tocantins foi entregue, no dia 22 de dezembro de 2025. A nova estrutura reestabeleceu o tráfego da BR-226, que liga os dois estados, na altura da cidade tocantinense de Aguiarnópolis e Estreito, no Maranhão.

As investigações para apontar responsabilidades sobre o desabamento e indenizações ainda não foram concluídas, e as famílias das vítimas seguem sem respostas.


O laudo da Polícia Federal apresentado em julho de 2025 aponta, entre outras causas para o colapso, a sobrecarga da ponte inaugurada em 1961, a deformação do concreto, perda da capacidade de resistência e acúmulo de veículos sobre o local, além de manutenção e reformas mal executadas.

O documento destaca que foi “decisão do operador da ponte em manter um tráfego superior ao projetado para a edificação, ao longo das últimas décadas de sua existência”, neste caso, o Dnit. O inquérito segue em andamento.


Em nota, o Dnit informou que colabora ativamente com todos os órgãos investigativos que estão atuando na ocorrência e que foi aberta na Corregedoria uma Investigação Preliminar Sumária para apurar as causas do colapso da ponte JK, que irá determinar os prejuízos decorrentes e quantificação de danos.

O departamento destacou ainda que contratou o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo para produzir um relatório externo que irá apontar as causas do colapso da ponte.

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