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Libanês preso em Curitiba é suspeito de enviar dinheiro ao grupo terrorista Hezbollah

Homem teria aplicado golpes no valor total de R$ 10 milhões 

Cidades|Do Jornal da Record

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Hamze Barakat (foto) e a família têm lojas no Paraná e no Paraguai
Hamze Barakat (foto) e a família têm lojas no Paraná e no Paraguai

A polícia investiga a ligação de um libanês preso em Curitiba com o grupo terrorista Hezbollah. Hamze Ahmad Barakat foi detido na semana passada, suspeito de aplicar golpes no valor total de R$ 10 milhões, em empresas de quatro Estados.

O governo norte-americano enviou documentos ao Brasil com detalhes de uma investigação. As autoridades dos Estados Unidos dizem que o empresário enviava dinheiro ao partido extremista, de acordo com o delegado Cassiano Aufieiro.


— Nós confrontando esse relatório com algumas informações que foram pegas até com o suspeito, algumas informações batem, outras não, então, é uma situação bem nebulosa.

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Barakat mora no Brasil há cerca de 20 anos. Ele a família possuem lojas de roupas e eletrônicos em Curitiba e Foz do Iguaçu, no Paraná, e em Ciudad del Este, no Paraguai.

A prisão do empresário foi noticiada pela imprensa internacional, como o jornal The New York Times. 

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