Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

MPF cobra Defesa Civil de Maceió por áreas isoladas em afundamento

Órgãos têm prazo de 15 dias para responder aos questionamentos após documento emitido na terça-feira (27) pelos promotores

Cidades|Do R7

  • Google News
Prédios e casas estão afundando em Maceió (AL); casos são investigados pelo MPF
Prédios e casas estão afundando em Maceió (AL); casos são investigados pelo MPF

O MPF (Ministério Público Federal) oficiou a Defesa Civil de Maceió (AL) e o Comitê de Acompanhamento Técnica para a apresentação de informações atualizadas sobre áreas isoladas em bairros afetados pelo afundamento do solo na capital do estado de Alagoas. O despacho foi publicado no site do órgão público nesta quinta-feira (29).

De acordo com o documento, emitido pela força-tarefa criada para acompanhar o caso, os órgãos têm um prazo de 15 dias para responder aos questionamentos em relação à situação dos moradores — muitos publicaram imagens e fizeram apelos nas redes sociais. O problema atinge bairros como: Flexal de Cima, Flexal de Baixo, Bom Parto e Vila Saem.


Leia também

Os procuradores do MPF solicitam ao comitê ainda que informem a respeito da instalação dos seis novas DGPS (Diretoria de Gestão e Planejamento em Saúde) nas regiões citadas.

"A instalação de tais equipamentos é importante para o monitoramento da região e, consequentemente, para trazer dados técnicos e seguros que, combinados com informações extraídas de outros equipamentos, podem indicar se há movimentação no solo", diz o texto.


Já a Defesa Civil Municipal foi incitada a se manifestar sobre a possibilidade de riscos decorrentes de isolamento social (ausência de serviços de saúde, escola, comércio e violência) descrita pela comunidade afetada em reuniões com integrantes do MPF.

Causas do afundamento

Uma das hipóteses para o afundamento das casas na região conhecida como Pinheiro é a exploração de sal-gema, utilizado na fabricação de PVC e soda cáustica. O trabalho é realizado pela empresa Braskem.


Em nota, a companhia afirma que paralisou a atividade de extração de sal e, na sequência, as fábricas de cloro-soda e dicloretano em Maceió.

A Braskem também ressaltou que tem colaborado com as autoridades na identificação das causas e informado "com transparência e responsabilidade os estudos realizados por empresas de renome internacional".

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.