'Não imaginei que isso aconteceria', diz mãe de atirador em escola no PR
Pais do atirador sabiam do bullying. "Ele falava que sofria preconceito por ser 'gordinho' e do interior, mas eu sempre conversei com ele"
Cidades|Do R7

O delegado Denis Merino, de Medianeira, encontrou na casa do atirador uma espingarda de pressão e recortes de revistas e "desenhos delicados, com símbolo do nazismo". Merino autuou o pai do jovem por posse de arma e omissão de cautela na guarda.
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Os pais do atirador disseram saber do bullying e tentavam orientá-lo. "Ele falava que sofria preconceito por ser 'gordinho' e do interior, mas eu sempre conversei com ele a respeito. Nunca imaginei que isso poderia acontecer. Ele é um menino tranquilo, nunca teve problema na escola", disse a mãe, que não se identificou.
Ela e o marido estavam trabalhando quando vídeos do atentado começaram a ser divulgados nas redes sociais.
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O diretor do colégio, Darlan Chiamulera, informou que a escola deve reabrir na terça-feira (2). "Temos de usar o fato, por mais trágico que seja, como instrumento para falar do tema, mostrar aos outros a importância de falar, e não de agir com violência. Não é com arma que se soluciona."
Na sexta-feira (28), o jovem atirador usou uma garrucha calibre 22 e desferiu pelo menos seis disparos na sala de aula do Colégio Estadual João Manoel Mondronede, em Medianeira, a 60 quilômetros de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.
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Na mochila da escola de um dos jovens foram apreendidas bombinhas caseiras e rojões, que estavam amarrados com fita em um litro de álcool.















