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Onda de violência no MA: vítima com queimaduras espera leito em maca, diz família

Mãe de vítima de 21 anos afirmou que ela teve 75% do corpo queimado

Cidades|Do R7

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Foto do ataque a um dos ônibus feita por testemunha
Foto do ataque a um dos ônibus feita por testemunha

Juliane Carvalho dos Santos, de 21 anos, uma das vítimas dos ataques a ônibus em São Luís (PA) feitos a mando de facção de dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, teve 75% do corpo queimado. Até as 18h deste sábado (4), a mulher aguardava em uma maca que um leito fosse desocupado no Hospital Municipal de Urgência e Emergência Clementino Moura, o Socorrão 2, segundo informou a mãe dela, Filomena Carvalho. Ela se encontra na ala de cirurgia da unidade de saúde.

A reportagem do R7 entrou em contato com o hospital que informou que o setor administrativo não estava funcionando na tarde deste sábado.


Juliane é mãe de duas crianças também feridas no ataque a ônibus na Vila Sarney, na capital maranhense. O estado de saúde de uma das crianças é gravíssimo, segundo o hospital. Ela tem seis anos, está com 90% do corpo queimado e segue entubada na Unidade de Terapia Intensiva. Filomena Carvalho, avó da criança, disse que ela corre risco de morte.

Lorrane Beatriz, irmã de Ana Clara, também sofreu queimaduras (nas duas pernas, braço e duas mãos). O estado de saúde da menina de um ano e quatro meses é estável.

A ação dos criminosos ocorreu na noite de sexta-feira (3). Eles jogaram gasolina e atearam fogo aos coletivos enquanto os passageiros ainda estavam nos veículos. A ordem para os ataques partiu dos bandidos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Em nota, o governo do Maranhão informou que os mandantes dos ataques já foram identificados e que está reforçando o policiamento na capital do Estado.

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