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Operação da PF reprime esquema de fabricação e venda de moeda falsa

Corporação cumpre 24 mandados contra grupo que atuava em todo o país; organização também é suspeita de tráfico de drogas

Cidades|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal deflagrou a Operação No Fake para combater uma organização criminosa que fabricava e comercializava dinheiro falso em todo o Brasil.
  • Os criminosos operavam a partir de um laboratório clandestino, utilizando redes sociais e serviços postais para distribuir as notas falsas.
  • Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão preventiva em diversas cidades dos estados da Paraíba, Pernambuco e Santa Catarina.
  • A investigação revelou outros crimes associados, como tráfico de drogas, comércio ilegal de armas, lavagem de capitais e adulteração de veículos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dinheiro falso era fabricado em laboratório clandestino e vendido por meio de redes sociais Daniel Isaia/Agência Brasil - Arquivo

A PF (Polícia Federal) deflagrou, nesta quarta-feira (22), a Operação No Fake, contra uma organização criminosa de atuação em todo território nacional, voltada à fabricação e comercialização de dinheiro falso.

Os envolvidos no esquema atuavam em um laboratório clandestino e realizavam desde a aquisição de insumos para a confecção das notas falsas até a distribuição final da mercadoria.


Além disso, os criminosos utilizavam redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços de envio postal. Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão preventiva nas cidades de João Pessoa (PB), Mogeiro (PB), Paulista (PE), Abreu e Lima (PE), Caruaru (PE), Igarassu (PE) e Lages (SC).

De acordo com a PF, além da falsificação, a investigação apontou para a prática de diversos outros delitos, como organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos automotores, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro. Também foram identificadas provas que conectam o esquema com a comercialização de veículos roubados e clonados, negociação de entorpecentes e circulação de armamentos.

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