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PF faz operação contra fraude contratual em instituto federal no Rio Grande do Sul

Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (21)

Cidades|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polícia Federal deflagra a Operação Alquimia para investigar fraudes no Instituto Federal Farroupilha (IFFAR).
  • Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Santa Maria (RS) na manhã de quarta-feira.
  • Suspeitas apontam que uma servidora do IFFAR e uma empresa privada cobravam por serviços não executados e usavam o contrato para fins alheios.
  • IFFAR confirmou as irregularidades, suspendeu pagamentos à empresa e comunicou a Polícia Federal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A PF cumpriu a Operação Alquimia na manhã desta quarta-feira (21) Rafa Neddermeyer/Agência Brasil - Arquivo

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (21), a Operação Alquimia, que investiga um suposto esquema de fraude no IFFAR (Instituto Federal Farroupilha). Durante a manhã, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em Santa Maria (RS).

De acordo com a PF, as apurações indicam que uma servidora do instituto estaria atuando junto a uma empresa privada que firmou contrato com o órgão para fazer serviços de manutenção predial, porém cobrava por serviços não executados.

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Além disso, a empresa estaria usando o contrato para custear bens, serviços e projetos alheios. Segundo a corporação, a investigação encontrou medições e notas fiscais emitidas pela empresa que descreviam serviços que não haviam sido feitos. Também foram identificados itens não previstos na tabela contratual, que eram registrados como serviços contemplados, com acréscimo de 35% sobre os valores orçados.

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A servidora envolvida no esquema estaria atuando como mandante dos serviços, orientando a forma de faturamento e atestando a execução das atividades. Enquanto isso, o administrador da empresa contratada conduzia as tratativas e a emissão das notas.

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As irregularidades foram confirmadas pelo próprio IFFAR, que suspendeu os pagamentos à empresa, instaurou procedimento administrativo de responsabilização e comunicou os fatos à PF.

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