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PF investiga venda de votos por até R$ 1.000 em cidade do Rio Grande do Sul

Segundo a corporação, alvo da operação teria oferecido valores a partir de R$ 500 a 20 pessoas em Itaara (RS)

Cidades|Rafaela Soares, do R7, em Brasília

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A mera solicitação de dinheiro para dar voto em determinado candidato já constitui o crime Reprodução/PF/Arquivo

A Polícia Federal realizou buscas em endereços ligados a um homem suspeito de oferecer até R$ 1.000 a eleitores da cidade de Itaara (RS) em troca de votos para um determinado candidato nas Eleições de 2024. Segundo a corporação, as investigações tiveram início a partir da denúncia de um dos candidatos, que não teria aceitado a oferta.

“Ressalta-se que a mera solicitação de dinheiro em troca de voto em determinado candidato já constitui crime previsto no Código Eleitoral, ainda que a oferta não seja aceita”, destacou a PF por meio de nota.


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Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, mas a Polícia Federal confirmou que a operação busca reunir novos elementos de prova sobre o suposto crime, além de identificar possíveis outros envolvidos.

“Em eleições municipais, onde a diferença de votos entre candidatos pode ser mínima, a compra e venda de votos têm um impacto ainda maior, podendo distorcer significativamente o resultado das eleições e comprometer a representatividade da vontade popular”, afirmou a corporação.


Compra e venda de votos

O Código Eleitoral prevê pena de até quatro anos de prisão não apenas para candidatos que oferecem dinheiro ou bens em troca de votos, mas também para eleitores que aceitam qualquer vantagem.

Nos casos em que for demonstrado que a compra de votos comprometeu a legitimidade e a normalidade das eleições, a prática poderá ser caracterizada como corrupção. As sanções previstas incluem multas de até R$ 53.205,00, cassação do registro de candidatura ou do diploma do eleito.

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