‘Precisa de muito recurso’: especialista analisa viabilidade de projetos lançados na COP30
Nesta quinta-feira (13), governo brasileiro apresentou plano com foco em saúde; projeto teve adesão de 40 países e já arrecadou R$ 1,5 bilhão
Cidades|Do R7
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No quarto dia da 30ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP30, o governo brasileiro apresentou um plano com foco na área de saúde, propondo diretrizes globais para socorrer populações afetadas pelas mudanças climáticas. 40 países aderiram à iniciativa, que já arrecadou R$ 1,5 bilhão.
Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (14), o engenheiro florestal André Ferretti destaca que o quinto dia da COP também aborda, além da redução da emissão de gases poluentes, a necessidade de medidas para que as populações não sofram com as mudanças climáticas.
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Segundo Ferretti, a urgência no combate ao problema esbarra na falta de financiamento. “A gente sabe que adaptação é uma urgência. A gente tem aspectos ligados não apenas ao desenvolvimento das comunidades e dos países mais pobres, mas também questões básicas, como alimentação, saúde e segurança hídrica. [...] Isso precisa de muito recurso”, explica.
O financiamento climático possibilitaria a aplicação de ações para auxiliar o desenvolvimento limpo de países, sem agravar as mudanças climáticas, e evitar grandes consequências, como incêndios, secas e inundações que assolam nações ao redor do mundo.
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