Presidente da COP30 defende que mundo veja no Brasil a união de todos os entes na agenda do evento
André Corrêa do Lago defendeu a atuação do ministro da Casa Civil na condução das obras, além da importância de Marina Silva na pauta ambiental
Cidades|Do R7
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Durante seu discurso na abertura da COP30, nesta segunda-feira (10), o presidente da cúpula, André Corrêa do Lago, defendeu os esforços para a execução do evento, além da união do país frente ao debate ambiental, mencionando a presença de ministros e parlamentares em sua fala. O diplomata aproveitou para mencionar o legado e desafios do mandato.
“O Brasil está unido em torno da agenda que a COP30 vai tratar. Eu acho que é muito importante que o mundo veja que há no Brasil essa união de todas essas instâncias por uma agenda que, como nós sabemos, será excepcional para o crescimento, a geração de emprego e para a melhora da vida das pessoas”, comentou o diplomata.
Sobre a preparação do evento, Lago, parabenizou o ministro da Casa Civil, Rui Costa, pela condução das obras para a COP, além de enfatizar a importância da ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, citando o exemplo que ela representa para o mundo nos temas ambientais. Ainda em sua fala, o presidente do evento destacou seu papel na liderança da cúpula no Brasil.
“É uma imensa honra assumir a presidência da COP30. Tenho 43 anos de carreira diplomática, então eu acho que consigo entender a responsabilidade que tenho pela frente, que é grande, mas também pelos doze meses de mandato que tenho pela frente”, declarou.
COP30 em Belém

A partir desta segunda-feira (10), os olhos do mundo estarão em Belém, no Pará, para a realização da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima). Com a presença confirmada de 143 delegações no evento e expectativa de 55 mil participantes, a conferência visa a buscar novos rumos para o enfrentamento das mudanças no clima do mundo e colocar em prática projetos discutidos nos encontros anteriores.
Com a floresta amazônica de fundo, o evento traz as lideranças mundiais para um debate sobre transição energética e utilização de combustíveis fósseis, além das metas para evitar que o planeta ultrapasse o limite de 1,5 °C de aquecimento nos próximos anos. Outro ponto que deve entrar no debate das delegações é a responsabilização dos entes poluentes, além de meios de ajuda aos países em desenvolvimento, que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas.
Apesar de um evento de escala global, a edição deste ano não vai contar com a presença de alguns chefes de Estado, como o americano Donald Trump e seu par argentino, Javier Milei. A ausência dos líderes pode ser vista com preocupação, uma vez que ambos os presidentes vêm tecendo críticas acerca dos papéis de cada país no financiamento de projetos para a mitigação dos avanços das alterações no clima.
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