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Rodoviários e empresários fazem reunião para negociar greve de ônibus em Porto Alegre

Paralisação completa 11 dias nesta quinta-feira e afeta um milhão de passageiros

Cidades|Do R7, com Rede Record

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Greve de ônibus em Porto Alegre afeta um milhão de pessoas
Greve de ônibus em Porto Alegre afeta um milhão de pessoas

A greve dos ônibus de Porto Alegre (RS) completou 11 dias nesta quinta-feira (6). Para tenter negociar o fim da paralisação, foi marcada uma nova reunião às 15h no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) entre o Sindicato dos Rodoviários e o Seopa (Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre). Representantes da EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação), da prefeitura da capital, e do Ministério Público do Trabalho também devem participar do encontro. A greve afeta um milhão de passageiros, segundo a prefeitura.

Caso haja acordo para encerrar a greve, o acerto assinado no TRT ainda deve passar por assembleia geral. Os grevistas não abrem mão da redução da jornada semanal, para 36h, e o reajuste de 14% sobre o dissídio. O prefeito da capital gaúcha José Fortunati informou pelo Twitter, na noite de quarta-feira (5), que o edital de licitação dos ônibus de Porto Alegre será lançado até 5 de março.


Na terça-feira (4), os rodoviários não aceitaram a proposta de reajuste e a Associação dos Transportadores de Passageiros e o Sindicato das Empresas de Ônibus disseram que vão descontar os dias parados dos grevistas e estudam a possibilidade de demitir por justa causa os funcionários paralisados.

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Desde a semana passada, os trabalhadores descumprem decisão da Justiça que determinou a circulação de 70% nos horários de pico e de 30% no restante dia, sob pena de multa diária — que aumentou de R$ 50 mil para R$ 100 mil na última sexta-feira (31). Até o momento, já foram aplicadas duas multas aos rodoviários: uma de R$ 100 mil, referente aos dias 28 e 29 de janeiro, e outra de R$ 150 mil, correspondentes a 30 e 31 de janeiro. 


A ATP (Associação dos Transportadores de Passageiros) afirma que não pode ir além dos 7,5% oferecidos na segunda-feira (3) e anunciou que, como a greve foi declarada ilegal, vai descontar os dias parados na folha de pagamento de fevereiro.

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