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Servidores, médicos e empresários são alvo da PF por suspeita de fraude em benefícios

Grupo teria fraudado ao menos 172 benefícios, gerando um prejuízo de aproximadamente R$ 6,57 milhões aos cofres públicos

Cidades|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal cumpriu 39 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de fraudar benefícios previdenciários por incapacidade temporária.
  • O grupo, composto por servidores, médicos e empresários, teria causado um prejuízo de R$ 6,57 milhões com a fraude de 172 benefícios.
  • Investigações revelaram a emissão de laudos médicos falsos, criação de vínculos empregatícios fictícios e inserção de informações fraudulentas em sistemas previdenciários.
  • A Justiça determinou a quebra de sigilos bancário e fiscal, além da proibição de contato entre investigados e constrição de bens para ressarcimento dos cofres públicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fraude gerou um prejuízo aproximado de R$ 6,57 milhões aos cofres Divulgação/ PF

A Polícia Federal cumpriu 39 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a suspeitos de manter fraudulentamente benefícios previdenciários por incapacidade temporária. O grupo, formado por servidores públicos, profissionais da saúde, contadores, empresários e intermediários, teria fraudado ao menos 172 benefícios, gerando um prejuízo de aproximadamente R$ 6,57 milhões aos cofres públicos.

As investigações apontam que os criminosos eram responsáveis por emitir laudos médicos falsos, criar vínculos empregatícios fictícios, inserir informações fraudulentas nos sistemas previdenciários, recrutar beneficiários e movimentar os valores obtidos ilicitamente.

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O caso passou a ser investigado após identificarem indícios de um esquema voltado para a concessão indevida de benefícios previdenciários.

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Além dos mandados, a Justiça determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal, proibição de contato entre os investigados e constrição de bens e valores, com a finalidade de assegurar eventual ressarcimento dos prejuízos causados aos cofres públicos.

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Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de estelionato previdenciário, falsificação de documento público, inserção de dados falsos em sistema de informações, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A ação contou com a participação da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social do Ministério da Previdência Social. Já as operações foram cumpridas em 10 cidades do Maranhão e nos municípios de Santa Rosa/RS, Cotia/SP, Parauapebas/PA, Parnaíba/PI e Ubajara/CE.

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