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Sincopetro diz que 99% dos postos estão sem combustível em SP

Alguns postos ainda têm diesel à venda. Mesmo após o fim da greve, situação leve levar sete dias para se normalizar

Cidades|Stephanie Nascimento, da Agência Record, e Agência Estado

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Quase todos os postos de gasolina de SP foram afetados pelo desabastecimento
Quase todos os postos de gasolina de SP foram afetados pelo desabastecimento

O Sindicato Comércio Varejista Derivados Petróleo Estado São Paulo (Sincopetro) informou neste sábado (26) que 99% dos postos de gasolina da capital paulista estão sem combustíveis. Alguns postos ainda têm diesel à venda.

De acordo com o Sincopetro, mesmo quando a paralisação dos caminhoneiros terminar, a previsão é que leve de 5 a 7 dias para regularizar a situação de abastecimento nos postos da cidade de São Paulo. No interior, o tempo pode ser ainda maior.


"Assim que um caminhão abastecer um posto, vamos observar filas. A situação, porém, nos postos de combustível será normalizada totalmente em uma semana", avaliou José Gouveia, presidente do sindicato.

O medo de ficar sem combustível também fez motoristas acordarem cedo neste sábado. Muitos postos apenas sinalizavam com cones e placas a falta de gasolina e de etanol. Onde ainda tem combustível a disputa é grande.


Na Avenida Salim Farah Maluf, nas proximidades da Ponte do Tatuapé, motoristas faziam fila em um posto sem bandeira que estava aberto e tinha duas bombas funcionando. Os carros ocupavam pelo menos três quarteirões.

"Não temos o que fazer. O consumidor não está achando combustível. Um ou outro posto ainda tem, mas é raro. Algumas estradas foram desbloqueadas, mas não há movimento nas bases de carregamento", disse o presidente do Sincopetro.


Na quinta-feira (24) o Sincopetro já havia alertado que o combustível corria o risco de acabar na cidade. Segundo o presidente da instituição, mesmo com o acordo feito entre representantes da categoria e o governo, os caminhões continuavam parados e os postos sem abastecimento desde terça-feira, 22.

Gouveia informou que pediu uma trégua à Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), mas não teve resposta. Ao todo, o Estado tem 8,7 mil pontos de venda de combustível.

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