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Suspeita de matar estudante em porta de escola já esfaqueou madrasta, diz polícia

Maior de idade foi indiciada por co-autoria do crime e adolescente pelo assassinato

Cidades|Sylvia Albuquerque, do R7

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Luana deixou uma filha de um ano que ficará com a mãe
Luana deixou uma filha de um ano que ficará com a mãe

A jovem suspeita de envolvimento na morte da adolescente Luana Vieira Gregório, de 15 anos, em frente à Escola Estadual José Ferreira Barbosa, na Vila Bourdon, em Campo Grande (MS), já tinha um histórico de agressões, segundo a polícia. A delegada Regina Márcia Rodrigues informou que a madrasta da jovem de 18 anos registrou um boletim de ocorrência afirmando ter sido esfaqueada por ela.

— Ela já respondia um processo por lesão corporal contra a madrasta e agora responde pela coautoria da morte da Luana. Ela se entregou e confessou que no dia que a Luana morreu, ela recebeu uma mensagem da outra menor suspeita da morte avisando que a briga estava marcada.


A jovem e a outra adolescente, de 16 anos, respondem ao processo em liberdade por terem se apresentado espontaneamente à polícia, na sexta-feira (13). Segundo a delegada, a menor foi quem desferiu o golpe que matou Luana e responderá por homicídio doloso. A adulta foi indiciada por coautoria.

A delegada disse que os depoimentos colhidos sobre o caso apontam uma briga antiga entre as envolvidas. A discussão na sala de aula teria começado porque Luana espirrou um desodorante e a outra era alérgica, mas isso teria sido só a desculpa para a briga, afirmou Renata.


— A morte da Luana começou em sala de aula. A adolescente disse que não ia brigar ‘para perder’. Brigas constantes ocorreram na escola e tinham a política de não apartar. Acho que ninguém imagina que tudo fosse terminar nesta tragédia.

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Vídeos gravados ajudaram a polícia a esclarecer todo o crime. As cenas mostram que diversos alunos fazem uma roda para ver as adolescentes brigare apenas um professor tenta separar a briga. Uma amiga de Luana ficou ferida ao tentar defender a colega.

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