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Suspeito de matar juíza confessa crime e diz que não aceitava fim do relacionamento

Glauciane Chaves de Melo foi morta com dois tiros dentro do próprio gabinete

Cidades|Do R7, com Rede Record

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Juíza foi morta dentro do próprio gabinete com dois tiros
Juíza foi morta dentro do próprio gabinete com dois tiros

O enfermeiro Evanderly de Oliveira Lima, suspeito de matar a ex-mulher, a juíza mineira Glauciane Chaves de Melo, de 42 anos, confessou o crime e disse que cometeu o homicídio porque não aceitava o fim do relacionamento com a vítima. O crime aconteceu na cidade de Alto Taquaril, no Mato Grosso.

O suspeito foi preso no início da tarde desta segunda-feira (10) em uma região de mata há 30 km do município e foi levado para delegacia para prestar esclarecimentos sobre o assassinato. Glauciane foi morta com dois tiros dentro do próprio gabinete, no fórum da cidade. O ex-marido dela teve a prisão decretada pelo juiz Pedro Davi Benneti, que considerou o crime "perverso" e alegou que há diversos indícios da autoria.


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A arma usada no assassinato foi encontrada em um gramado nos arredores do fórum. A juíza trabalhou no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, antes de passar no concurso público e optar pela cidade de Alto Taquaril. De acordo com familiares, ela escolheu o local, que tem cerca de 8.000 habitantes, por ser considerada uma cidade tranquila.

O corpo de Glauciane foi enterrado na manhã de dmingo (9), no Cemitério Parque Renascer, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Além de familiares, estiveram presentes no sepultamento o primeiro ex-marido da magistrada Daniela Coelho, além do juiz do Tribunal de Justiça do Mato Grosso Jorge Luiz Tadeu Rodrigues e representantes da AMB (Associação dos Magistrados do Brasil).

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