Suspeito de matar menina passa por avaliação psicológica em Goiás
Delegado deve concluir inquérito na semana que vem
Cidades|Do R7
O homem suspeito de estuprar e matar a menina Gabrielly Caroline Dias Rocha, de dez anos, passará por uma avaliação psicológica nesta sexta-feira (26). Um psicólogo da Polícia Civil será responsável por traçar o perfil do suspeito. De acordo com o delegado Alexandre Alvim Lima, o homem apresentou frieza no comportamento e não aparentou remorso por ter cometido o crime.
Carlos José Moreira, de 50 anos, se entregou à polícia em Uruana (GO), e confessou tudo. O delegado informou que aguarda somente um laudo da polícia técnica para concluir o inquérito. Ele disse que o exame deve comprovar a existência de sêmen nos restos mortais da criança e se ele cometeu o crime sozinho. Após o resultado, ele deverá ser indiciado por homicídio, estupro e ocultação de cadáver.
Gabrielly sumiu na quinta-feira (18) depois de sair para doar um cachorro. O corpo foi achado no fim da tarde de terça-feira (23) em canavial na cidade de Carmo do Rio Verde, em Goiás, próximo ao local em que o suspeito do crime indicou à polícia. Durante depoimento, ele disse que estava bêbado no momento e que não se lembra do motivo de ter praticado o crime.
A menina estava esquartejada e os restos mortais dentro de um saco plástico. O homem, de 50 anos, informou que estuprou a criança antes de matá-la. Ela foi sepultada na cidade de Uruana, onde morava e foi vista pela última vez. Os parentes velaram o corpo por apenas 10 minutos. O sepultamento foi marcado por muita comoção dos parentes e revolta.
Na segunda-feira (22), o suspeito foi transferido da delegacia onde estava em Uruana depois que alguns moradores tentaram entrar no local para linchá-lo. Ele foi levado para a Delegacia de Homicídios de Goiânia, mas na última quinta-feira (25) precisou ser transferido novamente, mas por questões de segurança, a polícia não informou o local. Imagens registraram o momento em que a população destrói e queima a casa do homem.
De acordo com a Polícia Civil, Gabrielly foi na residência da filha do suspeito porque era amiga dela. Seria para a garota que ela doaria o cachorro. Foi o último local que ela esteve antes de desaparecer.
Ele já tinha passagem policial por estupro e homicídio na cidade. O suspeito foi condenado por ter estuprado uma menina de 12 anos, em 1986, de acordo com a Polícia Civil.
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