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Suspeitos de envolvimento em morte de prefeito são transferidos para Manaus

Motivação do crime seria dívida de R$ 40 mil que Prefeitura tinha com os envolvidos

Cidades|Agência Brasil

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Cícero Silva tinha 62 anos de idade
Cícero Silva tinha 62 anos de idade

Três suspeitos de envolvimento no assassinato do prefeito do município amazonense de Maraã, Cícero Lopes (PROS), foram transferidos para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, em Manaus. De acordo com a Polícia Civil, Marcos Aleksandro Praiano da Silva, 25 anos; Aldemir Alves de Freitas, 41 anos; e Lázaro Moraes de Assis, 43 anos, tiveram a prisão preventiva decretada na última sexta-feira (4) pelo juiz da Comarca de Maraã, Diego Brum Legaspe Barbosa.

O suspeito de ter atirado em Cícero Lopes, identificado como Adimilton Gomes de Souza, de 32 anos, está foragido. O prefeito tinha 62 anos de idade e foi assassinado com um tiro nas costas por volta de 20h de 28 de fevereiro na porta de casa.


Segundo o delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Ivo Martins, a arma utilizada – uma espingarda calibre 20, foi encontrada próxima ao local do crime. A descoberta levou a polícia ao suspeito.

— O encontro da arma foi primordial na medida em que passamos a identificar o terreno em que ela estava alojada, descobrir como aquela arma foi parar lá e estabelecer os contatos através do dono do terreno e de eventuais testemunhas que viram alguém saindo ou entrando com essa arma. Nós temos plena convicção de que essas pessoas realmente são as responsáveis pela morte do prefeito e a gente acredita que em pouco tempo a gente já consiga efetuar a prisão dele (do executor).


De acordo com o delegado adjunto da DEHS, Luiz Rocha, a motivação do crime seria uma dívida no valor de aproximadamente R$ 40 mil que a Prefeitura de Maraã teria com os suspeitos, referente a uma prestação de serviços.

— Ele (Aldemir) prestava serviços para a prefeitura. Ele tem um posto de combustível no município e fornecia esse produto para a prefeitura. Então a gente acredita que essa dívida seja a motivação do crime.


O delegado esclareceu:

— Lázaro e Aldemir contrataram Adimilton para matar o prefeito. Já Marcos Aleksandro, que é sobrinho de Adimilton, foi quem intermediou a contratação do executor do plano.


O presidente da Câmara Municipal de Maraã, Bethuel Pereira Brízido Filho, do PSDC, assumiu na última sexta-feira (4) o comando da prefeitura.

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