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Unigrejas repudia invasão e vandalismo em igreja no Paraná

Nota assinada pelo presidente da entidade, o bispo Eduardo Bravo, assinala que é notória a onda de ataques a igrejas com motivações políticas, sobretudo da extrema-esquerda

Cidades|Do R7

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Igreja Matriz de São Mateus do Sul, alvo de vandalismo
Igreja Matriz de São Mateus do Sul, alvo de vandalismo Reprodução

A Unigrejas (União Nacional das Igrejas e Pastores Evangélicos) lamentou nesta quinta-feira (13) a invasão da Igreja Matriz de São Mateus do Sul, na região sul do Paraná, ocorrida na segunda-feira (10). Um homem suspeito de quebrar 28 imagens sacras foi preso.

O bispo Eduardo Bravo, presidente da Unigrejas, lembrou que se trata de um novo caso dias após a Igreja Verbo da Vila, em Petrolina (PE), ter seu culto interrompido por uma mulher que se levantou e começou a gritar.


"Dessa vez, a Paróquia de São Mateus do Sul foi invadida e teve seus objetos sagrados e o seu local de culto vilipendiado. É notória a onda de ataques às igrejas durante este ano de 2022", afirma o bispo.

Ele destaca que os casos ocorrem também em outros países da América Latina, especialmente no Chile. "Sabemos que esses movimentos criminosos de vandalismo contra a fé cristã apresentam motivações políticas, sobretudo da extrema-esquerda, cuja ideologia enxerga a religião como ópio do povo, e que, no entender de ativistas marxistas, aliena as pessoas da luta de classes", afirma. 


Segundo Bravo, tais atos "acabam por fortalecer ainda mais a crença dos que estão tendo sua fé atacada".

A nota da Unigrejas lembra que o art. 208 do Código Penal tipifica o crime contra o sentimento religioso, o que inclui “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

"Portanto, a Unigrejas renova seu clamor às autoridades, a fim de que investiguem este e outros casos, trabalhando para a prevenção deste tipo de crime e buscando a punição dos envolvidos. Manifestamos, por último, solidariedade à Paróquia de São Mateus do Sul, aos seus fiéis e ao padre José Carlos Emanoel dos Santos", afirma o texto assinado pelo bispo Eduardo Bravo.

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