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Violência contra a mulher: mesmo condenados, homens ‘não reconhecem a culpa’, diz promotora

Estupro coletivo de adolescente no Rio de Janeiro e abuso sexual em escola de São Paulo acendem alerta de autoridades

Cidades|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Casos recentes de violência contra a mulher incluem um estupro coletivo no Rio de Janeiro e um abuso sexual em São Paulo.
  • Promotora Fabíola Sucasas afirma que homens condenados ainda não reconhecem a culpa e sentem impunidade quando agem em grupo.
  • Importância de discutir temas de masculinidade e feminilidade nas escolas para entender e prevenir a violência.
  • A Lei Maria da Penha faz 20 anos, mas crimes contra mulheres continuam a aumentar, evidenciando a necessidade de políticas eficazes e orçamentárias.

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Histórias recentes de violência contra a mulher tomaram conta do noticiário nos últimos dias, entre elas o estupro coletivo cometido por cinco suspeitos contra uma adolescente de 17 anos, em um apartamento no Rio de Janeiro. Outra denúncia de abuso sexual, cometida por quatro alunos em uma escola em São Paulo, está sendo investigada. A vítima seria um menino de 12 anos.

“Esses homens, mesmo condenados, eles não reconhecem a culpa”, diz Fabíola Sucasas, promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo, em entrevista ao News 19h de quarta-feira (11). Segundo ela, o sentimento de impunidade dos agressores se intensifica quando atuam em coletivo.


Silhueta de uma pessoa em um ambiente escuro, segurando um celular e olhando para a tela. A iluminação amarela forte ao fundo destaca a parede texturizada e cria contraste com a figura em primeiro plano
Promotora aponta que sentimento de impunidade se intensifica quando crime ocorre de maneira coletiva Reprodução/Record News

Fabíola ressalta a importância de discutir, nas escolas, feminilidade, masculinidade e entender a relação desses fatores com a violência, como que os homens, muitas vezes, usam desse recurso para reafirmar o poder, o comportamento e a palavra.

A Lei Maria da Penha completa 20 anos em agosto de 2026, porém, a promotora destaca a ocorrência de crimes contra meninas cometidos por adolescentes nascidos após o surgimento da lei, por não discutirem e não darem importância para esse assunto nas escolas.


“Tem que ter orçamento. Sem previsão orçamentária, sem uma política devidamente organizada, que possa ser mapeada, que possa ser monitorada, nós vamos continuar no mesmo lugar”, alerta.

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