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Às vésperas das Olimpíadas no Rio, número de mortos por balas perdidas aumenta e assusta a população

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Mitos e Verdades|Do R7

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A triste estatística das balas perdidas começou a assombrar a população do Rio de Janeiro nos anos 90. Em 2008, as comunidades violentas da cidade receberam Unidades de Polícia Pacificadora na tentativa de diminuir a criminalidade; em oito anos, 38 favelas ganharam UPPs no Rio. Mas elas não foram suficientes. O último relatório do Instituto de Segurança Pública sobre balas perdidas foi divulgado em 2013; naquele ano, foram registradas nove mortes. Desde então, as autoridades pararam de contar. O levantamento é feito pelas notícias que saem na imprensa. E os números são assustadores: no primeiro semestre de 2016, pelo menos 94 inocentes foram atingidos por balas perdidas, mais de 30 morreram. O período foi considerado o mais violento da década.

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