Alimentação e saúde pesam no orçamento da última semana de outubro
Moradia e educação tiveram leve alta em relação à divulgação anterior
Economia|Do R7

O orçamento familiar da última semana de outubro sentiu a alta dos preços, principalmente dos alimentos e da saúde e cuidados pessoais.
De acordo com a FGV (Fundação Getulio Vargas), o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou variação de 0,55%, 0,06 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,20%, no ano e, 5,36%, nos últimos 12 meses.
Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Alimentação (0,79% para 0,93%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -4,34% para 0,91%.
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Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:
Saúde e Cuidados Pessoais (0,43% para 0,57%);
Despesas Diversas (0,14% para 0,25%);
Comunicação (0,38% para 0,47%);
Habitação (0,57% para 0,58%); e
Educação, Leitura e Recreação (0,49% para 0,50%).
Para cada uma destas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: medicamentos em geral (0,08% para 0,27%), alimentos para animais domésticos (0,90% para 1,89%), tarifa de telefone móvel (0,82% para 1,10%), aluguel residencial (0,77% para 0,80%) e show musical (0,78% para 1,47%), respectivamente.
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos:
Transportes (0,02% para -0,01%); e
Vestuário (0,75% para 0,72%).
Nestas classes de despesa, os destaques partiram dos itens: serviços de oficina (1,04% para 0,51%) e calçados (0,43% para 0,23%), nesta ordem.















