‘Americano já está sentindo no bolso’, diz economista sobre decisão do FED
Segundo Miguel Daoud, banco central americano manteve a taxa de juros para tentar conter a inflação no país
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Apesar de o Banco Central brasileiro ter tomado uma nova decisão sobre a Selic — com uma redução de 15% para 14,75% ao ano —, o FED (equivalente americano do Banco Central) decidiu pela manutenção dos juros do país na faixa de 3,5% e 3,75% ao ano, nesta quarta-feira (18).
Mesmo com o menor nível desde setembro de 2022, a principal preocupação do órgão é o impacto sobre a inflação do país norte-americano, que já vê os preços subindo, atrelados também ao aumento dos combustíveis — motivado pela guerra no Irã —, pontua o economista Miguel Daoud.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (19), ele pontua que esse cenário já começa a causar insatisfação à população, uma vez que as diferenças começam a ser sentidas no bolso. No entanto, ele ressalta que, com o contexto da guerra, decisões de manter as taxas de juros altas devem continuar nos próximos meses.
“Ele [FED] manteve, e a manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos, que é a taxa de referência de todo mundo, mostra o quê? Que nós vamos continuar tendo ainda taxa de juros alta pelas expectativas de como vai terminar essa guerra e até onde ela vai e quais os impactos que ela pode causar na economia”, finaliza.
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