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Banco Central precisa reduzir a Selic rapidamente, alerta economista

Após queda de 15% para 14,75% ao ano, órgão apontou que guerra no Oriente Médio pode alterar jornada de cortes

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Banco Central reduziu a taxa Selic de 15% para 14,75% ao ano, mas guerra no Oriente Médio pode impactar essa trajetória.
  • A ata da última reunião do Copom indica uma piora nas perspectivas de inflação e manutenção de uma política de juros restritiva.
  • Economista Roberto Troster afirma que o BC deve realizar cortes rápidos na Selic devido ao elevado número de empresas e cidadãos negativados.
  • A situação atual é considerada um choque de oferta e não de demanda, exigindo uma ação rápida para evitar falências e endividamento generalizado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Após a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) em reduzir a taxa Selic de 15% para 14,75% ao ano na última semana, o BC avaliou as consequências da guerra no Oriente Médio no Brasil.

Com o cenário desafiador e o aumento do preço do petróleo, a ata da última reunião, divulgada nesta terça-feira (24), mostra uma piora nas perspectivas para a inflação no país, além da manutenção de uma política de juros restritiva.

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Banco Central reduz juros pela 1ª vez em quase dois anos
BC apontou em ata de reunião que guerra pode alterar postura de política de juros Reprodução/Record News

Na análise do economista Roberto Troster, o posicionamento do BC gera uma dúvida no mercado, uma vez que pode ser interpretado como um corte de juros mais tímido, como o visto na última semana, ou uma pausa na redução.

Em entrevista ao Conexão Record News desta terça, ele pontua que, por a guerra se tratar de um choque de oferta, ao invés de um de demanda, somado a juros altos que interferem em toda a população, uma redução rápida da Selic seria o mais recomendável.

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“Hoje você tem mais de 8 milhões de empresas negativadas e mais de 81 milhões de cidadãos. Você vê o gráfico: deu uma disparada no número de empresas negativadas. O que quer dizer isso? Você começa a ter a estatística de falência, você nem está tendo mais divulgada. Então eu acho que o Banco Central tem que baixar e tem que baixar rápido”, finaliza.

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