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Após greve, IGP-M acelera alta a 1,87% em junho pressionado por alimentos, diz FGV

Economia|Do R7

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SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) encerrou o mês de junho com alta de 1,87 por cento, ante avanço de 1,38 por cento no mês anterior, sob o peso da alta dos preços dos alimentos como consequência da greve dos caminhoneiros que afetou o abastecimento no país no final de maio.

O dado informado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de elevação de 1,78 por cento na mediana das projeções.

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O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, acelerou a alta em junho a 2,33 por cento, de 1,97 por cento no mês anterior.

No IPA, os preços dos Produtos Agropecuários avançaram 3,03 por cento no mês, contra avanço de 0,98 por cento em maio.

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Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, mostrou que a pressão no varejo foi maior em junho ao subir 1,09 por cento, contra alta de 0,26 por cento antes.

A principal contribuição para o movimento foi dada pelo grupo Alimentação, que teve um aumento de 1,55 por cento sobre variação positiva de 0,06 por cento no mês anterior.

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A FGV informou ainda que o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,76 por cento no mês de junho, depois de subir 0,30 por cento anteriormente.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

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(Por Stéfani Inouye)

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