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Ata do BC japonês mostra que Kuroda agiu para assegurar meta de inflação

Economia|Do R7

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TÓQUIO (Reuters) - Alguns formuladores de política do banco central do Japão disseram, em uma reunião em outubro, que a inflação poderia mergulhar abaixo de 1 por cento devido à queda dos preços de energia, o que ajuda a explicar porque o presidente do banco central, Haruhiko Kuroda, escolheu ampliar o estímulo monetário.

Alguns membros também expressaram preocupação de que a inflação poderia estar perdendo força devido à falta de dinamismo nos gastos do consumidor, mostrou nesta quinta-feira a ata da reunião de política monetária da reunião de 6 e 7 de outubro.

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A maioria dos membros concordou que a inflação deve subir novamente com a melhora do hiato do produto, o que poderia ser a razão pela qual quatro dos nove membros do conselho do BC japonês votaram contra a decisão da última sexta-feira para estimular ainda mais a economia.

A ata não ofereceu pistas sobre a decisão surpresa do banco central de expandir suas compras de dívida pública, mas mostrou mais preocupação com as perspectivas de preços no curto prazo.

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"Alguns membros observaram que, em função da evolução dos preços da energia, a taxa anual de alta dos preços ao consumidor pode cair temporariamente abaixo de 1 por cento", informou o documento.

Na reunião de outubro, o BC havia mantido seu programa de estímulos, apesar da persistente fraqueza depois do aumento de impostos sobre as vendas em abril.

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