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BC dos EUA mantém taxa de juros e sinaliza confiança na economia

Fed deixou a porta aberta para uma alta da taxa na próxima reunião do grupo, em junho

Economia|Do R7

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Em dezembro, o Fed elevou os juros pela 1ª vez em quase dez anos
Em dezembro, o Fed elevou os juros pela 1ª vez em quase dez anos

O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros do país nesta quarta-feira (27), mas sinalizou confiança na perspectiva econômica do país, deixando a porta aberta para uma alta em junho.

O comitê que define a política monetária do Fed informou que o mercado de trabalho melhorou mais, apesar da recente desaceleração econômica e que está acompanhando de perto a inflação.


O comitê acrescentou que os obstáculos econômicos globais continuam no radar, mas removeu a referência específica que havia em seu comunicado anterior sobre os riscos que apresentavam.

— O comitê continua monitorando de perto os indicadores de inflação e os econtecimentos financeiros e econômicos globais.


O Fed manteve a taxa de juros na faixa entre 0,25% e 0,5%. O banco central norte-americano elevou os juros em dezembro pela primeira vez em quase uma década.

Pela terceira reunião seguida, não incluiu nenhuma menção ao balanço de riscos à economia.


Entretanto, o Fed destacou que embora o crescimento nos gastos das família tenha moderado, a renda real subiu a uma "taxa sólida" e a confiança do consumidor permaneceu alta.

A inflação acelerou recentemente, mas nesta quarta-feira o Fed informou que a expectativa é que ela permaneça baixa no curto prazo em parte devido a quedas anteriores nos preços da energia. Ele acrescentou que permanece confiante de que a inflação vai subir para sua meta de 2% no médio prazo.


Apesar de fortes ganhos de trabalho e taxa de desemprego de 4,9%, as autoridades do Fed disseram anteriormente que vão agir com cautela ao elevar a taxa de juros de novo devido à incerteza na economia mundial e à falta de pressões inflacionárias nos EUA.

Vendas generalizadas de ações e o aperto dos mercados financeiros neste ano devido a preocupações com desaceleração na China levaram o Fed a reduzir no mês passado as expectativas de altas de juros para o ano.

Atualmente, as autoridades do Fed projetam dois aumentos em 2016, comparado com quatro previstas em dezembro.

As ações continuaram subindo desde a reunião de março e o nervosismo dos investidores tem sido aliviado pela aparente retomada da economia da China.

A presidente da regional de Kansas City do Fed, Esther George, foi dissidente da decisão pela segunda reunião seguida.

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