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BNDES firma acordos para preparar privatização de 26 parques

Banco de fomento afirma que mapeou em torno de 100 unidades de conservação com potencial de serem concedidas

Economia|Do R7

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BNDES quer deixar "dezenas" de parques para ser concedidos
BNDES quer deixar "dezenas" de parques para ser concedidos

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) firmou acordos com seis Estados para preparar a concessão à iniciativa privada de 26 parques de conservação, informou a instituição de fomento em nota divulgada nesta terça-feira (26).

No total, o BNDES mapeou, ainda em 2020, em torno de 100 unidades de conservação, entre federais e estaduais, com potencial de serem concedidas. Em outubro passado, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, informou que o plano para 2021 era chegar ao fim deste ano com "dezenas" de parques prontos para serem concedidos, com foco no turismo.

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Os seis Estados que firmaram acordos no fim do ano passado são Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins. O acordo para modelar a concessão de sete unidades em Minas Gerais, incluindo os parques de Serra do Rola Moça e Ibitipoca, já havia sido anunciado em dezembro. Em Tocantins, o destaque é o Parque Estadual do Jalapão, que já estava no radar em outubro.

Em outubro, o cronograma previa que as licitações começariam pelos parques nacionais do Iguaçu (PR), de Jericoacoara (CE) e dos Lençóis Maranhenses (MA), incluídos no Programa Nacional de Desestatização (PND) em dezembro de 2019, mas os projetos dos parques estaduais poderão passar à frente. As concessões dos parques nacionais já estavam sendo desenhadas pelo BNDES em outubro do ano passado, quando Montezano anunciou o mapeamento das 100 unidades federais e estaduais.

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As cerca de 100 unidades foram mapeadas levando em conta parques que já possuem plano de manejo e estão com a situação fundiária regularizada e, ao mesmo tempo, estão localizados num raio de duas horas de viagem de algum aeroporto.

O BNDES anunciou também hoje parceria com o Instituto Semeia, que financiará, junto com outros parceiros privados, um estudo setorial. O instituto também atuará na "interlocução com potenciais investidores, como operadores de parques atuais, além de capacitar agentes públicos para a gestão futura dos contratos de concessão", diz a nota divulgada pelo BNDES.

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