Brasil tem que mirar novos mercados e parceria com Japão pode ser benéfica, diz economista
Encontro entre Lula e Trump não aconteceu no G7, porém negociações de tarifas seguem entre prioridades do governo brasileiro
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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A reunião bilateral entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump na Cúpula do G7 não aconteceu. E, com isso, as negociações de novas tarifas impostas pelos Estados Unidos seguem entre as prioridades do governo brasileiro.
As taxas de 25% anunciadas neste mês podem entrar em vigor a partir de 15 de julho. O Brasil tenta derrubar o protecionismo europeu, enquanto tenta também avançar com o acordo do Mercosul com a União Europeia.
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“Uma parceria com o Japão sempre parece bem interessante para o Brasil e para o Mercosul, de um modo geral. Porque é um arquipélago de difícil produção, de alto avanço tecnológico, mas que precisa comprar quase tudo. Em termos de alimento, em termos de matérias-primas. Então, o Japão é importante. Os Estados Unidos, muito importantes, sempre, sempre vão ser. Porém, tem que se voltar para os outros mercados”, afirma Pedro de Leão Bispo, professor da FGV Finanças e Controle.
Segundo ele, é preciso ter investimento da parte brasileira para poder vencer barreiras sanitárias do bloco europeu, assegurando que o produto realmente vai chegar na qualidade esperada. “A União Europeia é um grande consumidor, é importantíssimo, por isso que essas aproximações são bem relevantes”, diz em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (17).
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