Brasileiro deve gastar, em média, R$ 196 com presente de Dia dos Pais

Pesquisa aponta que 91,2 milhões de brasileiros pretendem comprar um presente para o pai e que a data deve movimentar R$ 17,9 bilhões

Roupas devem ser os itens mais procurados

Roupas devem ser os itens mais procurados

Pixabay

O brasileiro deve gastar, em média, R$ 196 com o presente de Dia dos Pais, data que será comemorada em 9 de agosto neste ano, segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de dirigentes Lojistas), em parceria com a Offer Wise, divulgada nesta sexta-feira (31). 

Os presentes mais procurados vão ser roupas, perfumes e cosméticos, calçados e acessórios. A pesquisa aponta que 91,2 milhões de brasileiros (58%) pretendem comprar um presente para o pai e que a data deve movimentar R$ 17,9 bilhões na economia.

A maioria dos entrevistados garante que espera gastar o mesmo valor que o último ano com os presentes (37%), enquanto o percentual daqueles que esperam gastar mais passou de 26% na pesquisa de 2019 para 18% na pesquisa deste ano.

Já o grupo que quer gastar menos passou de 21% para 34%, sendo os principais motivos a vontade de querer economizar, estar com o orçamento apertado, as incertezas com relação ao cenário econômico e ter tido redução na renda. 

A maioria dos entrevistados pretende comprar o presente na primeira semana de agosto (52%), enquanto 24%, em julho e 8% vão deixar para última hora. 

Compras online

Por causa das medidas de isolamento social impostas pela pandemia de coronavírus, a internet será o principal local de compra dos presentes. De acordo com a pesquisa, 39% dos consumidores vão fazer suas compras pela internet, enquanto 24% afirmam que farão em shopping centers e 16% em lojas de departamento.

Dentre os que vão optar pela internet, 79% vão comprar via sites, 58% em aplicativos e 19% no Instagram. 

O presidente da CNDL, José César da Costa, diz que é importante que lojistas se adaptem à nova realidade trazida. 

"O consumo passou por mudanças estruturais que exigirão dos empresários resiliência, adaptabilidade e comprometimento. Mesmo aquele pequeno lojista que não tem e-commerce pode encontrar alternativas para atender aos seus clientes, como divulgar nas redes sociais e fazer atendimento pelo WhatsApp. Ainda dá tempo do empresário buscar novos caminhos na internet, o consumidor quer comodidade e segurança”, afirmou.