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Brasileiros levam 42 semanas para encontrar um novo emprego após deixar um posto de trabalho

Segundo pesquisa, ineficiência na transição no ciclo trabalhista faz o país deixar de ganhar R$ 1 trilhão por ano

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudo da Pearson revela que brasileiros demoram em média 42 semanas para conseguir novo emprego após deixar um posto.
  • Esse tempo de espera resulta em um prejuízo de cerca de R$ 1 trilhão por ano para a economia brasileira.
  • O economista Miguel Daoud destaca a baixa produtividade como um fator crítico para melhorar o cenário econômico do país.
  • Contradições no mercado de trabalho incluem o menor nível de desemprego histórico, mas a pior geração de emprego para um mês de outubro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os brasileiros levam cerca de 42 semanas para encontrar um novo emprego após deixar um posto de trabalho. É o que aponta um estudo da Pearson, empresa do setor da educação.

A pesquisa sobre transição no ciclo trabalhista mostra que tal cenário gera uma maior ineficiência da economia brasileira na mudança entre ocupações, o que resulta em cerca de R$ 1 trilhão de prejuízo por ano por conta de falhas no processo de aprendizado.


Para o economista Ricardo Buso, além do prejuízo às empresas por conta de treinamentos e todos os processos exigidos em uma contratação, há também algo pouco discutido: a baixa produtividade brasileira. Ele também acredita que se cria um cenário ilusório na população, uma vez há números contraditórios do mercado de trabalho no Brasil, com o menor nível de desemprego da história no acumulado, mas também a pior geração de emprego para o mês de outubro, segundo dados do Caged divulgados na última semana.

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“Qualquer um sabe que a melhoria na produtividade do trabalho nesse momento é um fator crítico de sucesso para a gente sair dessa eterna armadilha que qualquer crescimento um pouco maior que gere um pouco mais de emprego nos leve à inflação. Aí fica esses voos de galinha, sobe e desce. Então nós precisamos exatamente de condições de trabalho diferentes do que a pesquisa está mostrando”, comenta o economista em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (1º).

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