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China está vencendo batalha do iuan internacional, mas pode estar perdendo a guerra

Economia|Do R7

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Por Saikat Chatterjee e Michelle Chen

HONG KONG (Reuters) - No espaço de cerca de cinco anos, o mercado internacional do iuan foi de garoto propaganda da liberalização do mercado financeiro chinês para uma batalha para recuperar o controle do câmbio, assustando investidores e levantando questões sobre o futuro do mercado.

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Embora o apetite do investidor pelo iuan internacional tenha levado um golpe após uma desvalorização em agosto, medidas tomadas pelo banco central da China nas últimas semanas para impulsionar o valor da moeda, inclusive criando escassez da unidade internacional, abalou a confiança ainda mais e aumentou a incerteza sobre a política cambial de Pequim.

Estas ações significam que a diferença entre as cotações doméstica e internacional do iuan evaporaram brevemente na terça-feira, depois de terem ficado em mais de 2 por cento na última semana --o que era potencialmente constrangedor para Pequim após a decisão do Fundo Monetário Internacional (FMI) de incluir o iuan como uma moeda de reserva.

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"Este tipo de volatilidade do mercado não faz bem às companhias que têm exposição significativa ao iuan, como também as variações profundas no valor da moeda e seus custos de financiamento tornam o hedge praticamente impossível", disse o tesoureiro de uma multinacional europeia em Hong Kong, que pediu anonimato por não poder falar com a mídia.

O banco central da China não respondeu imediatamente a um pedido por comentários.

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Desde o começo de 2010, o mercado internacional do iuan se espalhou de Hong Kong para Cingapura, depois Taiwan, Londres e outros, ganhando popularidade pela habilidade dos investidores de assegurarem um preço definido pelo mercado --diferente do altamente controlado iuan doméstico.

Um mercado internacional é crítico para a internacionalização do iuan enquanto o país se move para abrir sua conta de capital e tem por meta tornar Xangai um centro financeiro global em 2020.

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