Com maior cautela no exterior, dólar sobe e Ibovespa hesita no começo do dia
Inflação e a expectativa de aperto monetário por bancos centrais enfraquecem praças acionárias; preços de commodities avançam
Economia|Do R7

O dólar registrava alta frente ao real nesta quarta-feira (19), acompanhando movimento externo de maior cautela. As causas eram os temores relacionados com a inflação e a expectativa de aperto monetário agressivo por grandes bancos centrais, enquanto a cena eleitoral doméstica continuava no radar.
Às 10h10, na hora de Brasília, o dólar à vista avançava 0,57%, a R$ 5,2851 na venda. No mesmo horário, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,77%, a R$ 5,2960.
O Ibovespa hesitava nos primeiros negócios do dia, após duas altas seguidas, em meio à fraqueza de praças acionárias no exterior, apesar do avanço nos preços de commodities, como o petróleo.
Às 10h03, o Ibovespa subia 0,01 %, a 115.753,49 pontos.
No início desta semana, o sentimento de risco de investidores do mundo inteiro havia mostrado alívio, após a reversão de um polêmico plano fiscal no Reino Unido, mas "dados de inflação na Europa desestabilizaram o otimismo que estávamos vendo até então", disseram estrategistas da Guide Investimentos, em nota.
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Dados desta quarta-feira mostraram que a inflação no Reino Unido voltou a uma máxima de 40 anos, a 10,1%, enquanto o avanço dos preços ao consumidor na zona do euro, em setembro, foi revisado para baixo, a 9,9% na base anual, nível que ainda é recorde.
As leituras que vieram depois de o cenário da semana passada mostrar alta dos preços ao consumidor dos EUA maior do que o esperado em setembro, "[relembram] ao mercado que ainda teremos um longo caminho de ajuste monetário global pela frente", escreveu Dan Kawa, CIO da TAG Investimentos.
O aumento da pressão sobre os bancos centrais das economias desenvolvidas, para que sigam apertando sua política monetária agressivamente, vem em meio a riscos crescentes de recessão.
Desde a terça-feira (11) já é possível fazer o empréstimo consignado do Auxílio Brasil, que foi criado pelo governo federal especialmente para os beneficiários do programa de transferência de renda. Os interessados em contratar o crédito contam com tax...
Desde a terça-feira (11) já é possível fazer o empréstimo consignado do Auxílio Brasil, que foi criado pelo governo federal especialmente para os beneficiários do programa de transferência de renda. Os interessados em contratar o crédito contam com taxas de juros inferiores a 3,5% ao mês, mas o valor tomado no empréstimo não pode ultrapassar o limite de 24 parcelas de até R$ 160 mensais, o que corresponde a 40% do benefício pago atualmente. O desconto das parcelas é realizado antes de o benefício ser depositado na conta; portanto, quem contratar o crédito ficará sem receber o valor completo do auxílio até quitar toda a dívida. Além dessas condições, o consignado do Auxílio Brasil tem mais algumas particularidades e regras, criadas com o objetivo de proteger os beneficiários, ao levar ao uso mais consciente do crédito. Antes de contratar o consignado, veja mais informações e dicas sobre esse novo programa de empréstimo:























