Logo R7.com
RecordPlus
‌

Conta de luz terá bandeira tarifária mais cara em novembro, diz Aneel

Taxa extra para o mês será de R$ 5 para cada 100 Kwh consumidos

Economia|Da Agência Brasil

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Para a Aneel, não houve evolução nos reservatórios
Para a Aneel, não houve evolução nos reservatórios

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz de novembro será a vermelha patamar 2, com acréscimo de R$ 5 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), não houve evolução na situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas em relação ao mês anterior.

‌

Leia também

“Ainda que não haja risco de desabastecimento de energia elétrica, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício”, diz a agência reguladora.

Na última terça-feira (24), a Aneel aprovou uma proposta de reajuste de quase 43% sobre o atual valor da bandeira tarifária vermelha patamar 2, a mais cara do sistema, passando o valor da taxa extra de R$ 3,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) e passarão a pagar R$ 5 de taxa extra, já a partir de novembro.

‌

Taxa extra na conta de luz vai ficar mais cara

Em outubro, a bandeira vermelha patamar 2 foi acionada pela primeira vez desde que o sistema passou a contar com duas graduações para a cor vermelha, em janeiro de 2016. A decisão foi tomada devido à baixa vazão das hidrelétricas, porque as chuvas em setembro ficaram abaixo da média.

‌

Por causa do atual cenário de falta de chuvas, o CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) decidiu que vai fazer reuniões semanais para analisar as condições de fornecimento de energia no País.

Até ontem (26), o nível dos reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, os mais importantes do País, estavam em 17,9% de sua capacidade máxima. No mesmo período de 2001, quando houve um grande racionamento de energia do País, o índice estava em 21%.

‌

Sistema

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015, como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no País. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.