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Custo para construir casa própria fica em R$ 948,47 por metro quadrado

Desse valor, R$ 509,84 relativos aos materiais e R$ 438,63 à mão de obra

Economia|Do R7

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A mão de obra registrou variação de 0,87% e ficou 0,21 pontos percentuais abaixo de junho (1,08%)
A mão de obra registrou variação de 0,87% e ficou 0,21 pontos percentuais abaixo de junho (1,08%) Scott Olson/Getty Images

O custo para construir a casa própria subiu entre junho e julho deste ano. No mês passado, o brasileiro precisava gastar, em média, R$ 948,47, sendo R$ 509,84 relativos aos materiais e R$ 438,63 à mão de obra. Enquanto no mês anterior, a soma chegava a R$ 942, de acordo com o Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal.

O indicador apresentou variação de 0,69% em julho, ficando 0,04 ponto percentual abaixo da taxa de junho (0,73%). Considerando o período de janeiro a julho deste ano, o resultado foi 3,86%. Nos últimos 12 meses, a taxa situou-se em 5,77%, acima dos 5,66% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2014, o índice foi 0,58%.


A parcela dos materiais apresentou variação de 0,53%, subindo 0,11 pontos percentuais em relação ao mês anterior (0,42%). A mão de obra registrou variação de 0,87% e ficou 0,21 pontos percentuais abaixo de junho (1,08%).

Os acumulados do ano são 2,52% (materiais) e 5,45% (mão de obra), sendo que, em 12 meses, ficaram em 3,92% (materiais) e 7,97% (mão de obra), respectivamente.


Região Sul apresenta a maior variação em julho

Com variação de 1,24%, a região Sul foi a que apresentou a maior alta em julho. Os demais resultados foram: 0,75% (Norte), 0,65% (Nordeste), 0,43% (Sudeste) e 1,08% (Centro-Oeste).


Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 950,03 (Norte); R$ 878,54 (Nordeste), R$ 998,96 (Sudeste); R$ 968,31 (Sul) e R$ 950,34 (Centro-Oeste).

Ceará foi o Estado com maior variação no mês

Com a pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente do acordo coletivo, o Ceará foi o Estado com a maior variação mensal: 3,26%. A seguir vieram Distrito Federal, 3,17%; Tocantins, 2,39%; e Rio Grande do Sul, 2,24%, também sob impacto de reajustes salariais.

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