Economia Dólar à vista fecha a R$ 4,93 na venda; Ibovespa sobe 0,12%

Dólar à vista fecha a R$ 4,93 na venda; Ibovespa sobe 0,12%

Dados da economia dos EUA definem as cotações do dia; índice de ações tem alta puxada por Petrobras, Bradesco e CVC Brasil  

  • Economia | Do R7

Dólar começa a semana em queda, cotado a R$ 4,93

Dólar começa a semana em queda, cotado a R$ 4,93

Lee Jae-Won/Reuters

Nesta segunda-feira (5), o dólar à vista recuou 0,48% ante o real, cotado a R$ 4,9309 na venda, a terceira sessão consecutiva de baixa, em sintonia com a queda diante de outras moedas no exterior. O Ibovespa registrou alta discreta, de 0,12%, a 112.695,56 pontos, de acordo com dados preliminares, e um total de R$ 17 bilhões em volume financeiro.

A divulgação de dados mais fracos da economia americana reduziru as apostas em que o Fed (Federal Reserve), o banco central dos EUA, vá elevar sua taxa básica no curto prazo. As novas informações acabaram definindo o rumo das cotações do dia.

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A moeda americana subiu ante o real apenas nos primeiros minutos de sessão, migrando para o território negativo rapidamente. Na B3, às 17h05 (no horário de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,66%, a R$ 4,9520.

O Departamento de Comércio dos EUA divulgou que as encomendas às fábricas americanas aumentaram 0,4% em abril, após um ganho de 0,6% em março. O percentual, entretanto, ficou abaixo do esperado pelos economistas consultados pela reportagem, que calculavam alta de 0,8%.

Já o ISM (Instituto de Gestão de Fornecimento, do inglês Institute of Supply Management) disse que o PMI (índice de gerentes de compras, tradução de Purchasing Manager's Index) do setor de serviços dos EUA, que era de 51,9 em abril, caiu para 50,3 no mês passado, enquanto economistas previam 52,2.

Na B3, a Bolsa de São Paulo, as altas de Petrobras e Bradesco prevaleceram sobre o recuo da Vale, puxando a leve alta do Ibovespa. CVC Brasil disparou após o anúncio do novo presidente-executivo e de acordo com fundador para potencial aporte de recursos.

Na máxima do dia, o índice de referência do mercado acionário brasileiro chegou a 113.071,2 pontos e, no pior momento, recuou a 111.736,44 pontos, mas continua mantendo o viés positivo em junho. 

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