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Dow Jones sofre maior queda em pontos da história e S&P 500 entra em correção por temor de coronavírus

Economia|Do R7

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Por Sinéad Carew

NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices de Wall Street despencaram nesta quinta-feira, no sexto dia consecutivo de quedas, com o S&P 500 confirmando sua mais rápida correção da história, conforme a veloz disseminação do coronavírus intensificou preocupações de investidores com o crescimento econômico.

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O índice Dow Jones desabou 1.190,95 pontos, baixa de 4,42%, para 25.766,64 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 4,42%, a 2.978,76 pontos, e o Nasdaq recuou 4,61%, a 8.566,48 pontos.

O S&P terminou o dia 12% abaixo da máxima recorde de fechamento de 19 de fevereiro, o que marca a mais rápida correção já registrada pelo índice --em apenas seis dias de negócios. O recorde anterior era de nove dias, visto no início de 2018, de acordo com o analista Howard Silverblatt.

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O Dow, por sua vez, registrou uma perda recorde de pontos para um único dia, além do quarto declínio de 1.000 pontos da história --o segundo nesta semana.

Todos os três principais índices acionários dos Estados Unidos estão a caminho da queda percentual semanal mais acentuada desde a crise financeira mundial, conforme o número de novos casos de coronavírus detectados ao redor do mundo superou os registrados na China continental.

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Embora as vendas tenham desacelerado por alguns instantes durante a sessão, as perdas do S&P 500 se aprofundaram rapidamente na última hora de negociações. O índice terminou o dia na mínima do pregão e com a maior queda percentual diária desde 18 de agosto de 2011.

"O caminho dessa praga é desconhecido, e dessa forma você não consegue saber o impacto econômico. Você pode jogar os dados, mas seria um chute", disse Brian Battle, diretor de operações da Performance Trust Capital Partners em Chicago.

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Mas Peter Jankovskis, codiretor de Investimentos da OakBrook Investments, pregou mais cautela no pessimismo. "As pessoas deixaram de dizer que isso é um 'não evento' para dizer que é o fim do mundo. Há espaço para um meio termo."

O índice de volatilidade da CBOE, também conhecido como o "índice do medo", fechou a sessão próximo à máxima do dia, avançando 11,60 pontos, para 39,16 pontos --nível mais alto desde fevereiro de 2018.

(Reportagem adicional de April Joyner, Lewis Krauskopf, Charles Mikolajczak, Caroline Valetkevitch e Stephen Culp em Nova York; Noel Randewich em San Francisco; Medha Singh e Shreyashi Sanyal em Bengaluru)

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