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Embraer recebe pedido de mais 15 jatos para a American Airlines

Os 15  jatos E175 custarão mais de R$ 2,6 bilhões para a companhia dos EUA, que já encomendou 104 aeronaves do tipo desde 2003

Economia|Do R7

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Companhia aérea norte-americana já encomendou 104 jatos E175 desde 2013
Companhia aérea norte-americana já encomendou 104 jatos E175 desde 2013

A Embraer disse nesta segunda-feira (5) que a American Airlines Inc. fez um pedido firme para mais 15 jatos E175, em um contrato de US$ 705 milhões (R$ 2,6 bilhão), com base nos atuais preços de lista.

De acordo comunicado ao mercado da fabricante brasileira de aeronaves, a encomenda será incluída na carteira de pedidos firmes da Embraer (backlog) do quarto trimestre de 2018 e as entregas começarão em 2020.

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"Somado aos pedidos anteriores de E175 realizados pela companhia aérea, este novo contrato resulta em uma encomenda total de 104 aeronaves do modelo pela American Airlines desde 2013", disse a Embraer em comunicado.

De acordo com a empresa brasileira, a American Airlines selecionou sua subsidiária Envoy para operar as 15 aeronaves, que serão configuradas com um total de 76 assentos, sendo 12 assentos de primeira classe e 64 de classe econômica, incluídos os de classe econômica extra.

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"Este novo pedido da American Airlines mostra o valor que as companhias aéreas seguem depositando no nosso bem sucedido jato E175", disse o diretor de Marketing e Vendas para a América do Norte da Embraer Aviação Comercial, Charlie Hills.

Com este novo contrato, a Embraer disse que vendeu mais de 435 jatos do modelo E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, obtendo mais de 80% do total de pedidos no segmento de jatos de até 76 assentos.

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A Embraer está negociando há meses com a Boeing um acordo no qual a fabricante de aviões norte-americana passaria a deter 80% da divisão comercial da companhia brasileira, que ficaria com os 20% restantes.

O governo tem uma "golden share" na Embraer, que lhe dá poderes para aprovar e vetar temas estratégicos para a empresa. O governo do presidente Michel Temer esperava a definição da eleição presidencial para apresentar o projeto e encaminhar a parceria entre as duas fabricantes.

Em entrevista na semana passada, o presidente eleito Jair Bolsonaro prometeu apoiar o acordo.

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