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Ericsson vai ampliar corte de custos após queda nas vendas

Economia|Do R7

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Por Sven Nordenstam e Olof Swahnberg

ESTOCOLMO (Reuters) - A fabricante de equipamentos de telecomunicações móvel Ericsson previu ​​nesta terça-feira o terceiro ano consecutivo de quedas nas vendas comparáveis, dizendo que irá intensificar cortes de custos diante da deterioração das condições do mercado após resultados ficarem aquém das expectativas do mercado.

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Com a demanda estagnada nos mercados desenvolvidos, onde as mais novas redes na maioria já foram construídas, a Ericsson está agora sofrendo com menos gastos em países como Brasil e Rússia e no Médio Oriente e na Nigéria, devido a moedas depreciadas e mais baixos preços do petróleo.

Nos últimos dois anos, a Ericsson foi forçada a cortar sua previsão de crescimento do mercado, sob o peso de fraca demanda por suas principais estações de base da rede móvel. Ela também tem uma posição mais fraca do que os rivais Nokia e Huawei em áreas de maior crescimento, como comunicação baseada em IP.

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As vendas comparáveis caíram 7 por cento no trimestre, o sétimo consecutivo de declínio das vendas, embora o presidente-executivo Hans Vestberg tenha dito não ver a empresa perder mercado. Em 2015, as vendas do grupo caíram 5 por cento numa base comparável, após declínio de 2 por cento em 2014.

O lucro operacional foi de 2,8 bilhões de coroas suecas (327 milhões de dólares), ante 3,6 bilhões de coroas um ano antes, sob o peso de suas divisões de redes e abaixo de uma previsão média de 3 bilhões de coroas, numa pesquisa da Reuters com analistas.

A Ericsson não disse como os cortes de custos planejados afetariam empregos, mas disse que quase 4 mil funcionários tinham sido demitidos no trimestre.

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