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Espanha será um foco de crescimento de inovação em empresas, aponta pesquisa

Economia|Do R7

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São Paulo, 22 jan (EFE).- A Espanha está entre os países que receberão o maior aumento de investimentos em inovação nos próximos três anos, de acordo com uma pesquisa entre executivos de 350 empresas multinacionais divulgada nesta quinta-feira em São Paulo. Segundo o estudo "A empresa inovadora: como as multinacionais liberam seu potencial criativo", 53% dos executivos das grandes companhias globais acreditam que a Espanha receberá um "aumento significativo" em investimento destinado à inovação até 2018. A pesquisa elaborada pela Unidade de Inteligência da revista britânica "The Economist" apontou que atrás da Espanha aparecem Reino Unido, com 47%, Alemanha e Estados Unidos, ambos com 32%, China, com 24%, e Brasil, com 13%. O relatório indica também que 63% dos consultados colocam o Brasil como receptor de um "leve aumento" de investimentos em inovação nos próximos três anos, liderando neste segmento, contra 61% da China, por exemplo. A pesquisa patrocinada pela empresa de educação EF Education First exibe como as empresas sofrem com a comunicação na hora de buscar soluções inovadoras. De acordo com o trabalho, 81% das empresas afirmaram que ampliar o investimento nas estratégias de comunicação aumentaria a rapidez nas inovações. E, em geral, a inovação é mostrada como sinal dos tempos, já que 76% planejam aumentar o investimento neste segmento. O setor público, por outro lado, tem como objetivo a inovação das empresas, mas descarta ajudar a regular os problemas de criatividade do setor privado - 75% dos agentes governamentais dos países de multinacionais de cinco continentes, segundo a pesquisa, responderam que não é sua responsabilidade ajudar as companhias em estratégias de inovação. Entre os executivos consultados, 87% das empresas estão de acordo que a colaboração entre diferentes culturas produz ideias inovadoras, mas 50% responderam que isso dificulta o compartilhamento de ideias com colegas de outros países. "Escutamos a frase 'inovação ou morte", disse o presidente da EF Education First, Peter Burman, que acrescentou que as empresas enfrentam problemas em inovação porque os funcionários têm desconfiança ao se comunicar com colegas de outros países, hierarquias ou departamentos internos. Outro problema é que a inovação não está na agenda histórica de certas multinacionais: 30% dos executivos afirmaram que falta uma cultura que incentive ideias novas para todos os seus empregados. EFE plg/wgm/id

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