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Esperanças comerciais aproximam S&P 500 de novo recorde histórico

Economia|Do R7

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Por April Joyner

NOVA YORK (Reuters) - O índice S&P 500 avançou para patamar próximo de uma máxima recorde nesta segunda-feira, à medida que novos sinais de progresso em direção a uma resolução da disputa comercial entre Estados Unidos e China ajudaram a alavancar as ações em setores sensíveis ao comércio e à economia global.

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O Dow Jones fechou em alta de 0,21%, a 26.827,64 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 0,69%, para 3.006,72 pontos, e o Nasdaq Composto avançou 0,91%, a 8.162,99 pontos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continua a demonstrar tom otimista, enquanto o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que as tarifas sobre produtos chineses programadas para entrar em vigor em dezembro podem ser revogadas caso as conversas corram bem.

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"As pessoas continuam otimistas de que alguma forma de trégua comercial com a China possa vir", disse Chris Zaccarelli, diretor de investimentos da Independent Advisor Alliance.

As ações de tecnologia, sensíveis ao comércio, subiram 1,1%, sendo as de maior influência positiva sobre o S&P 500. Empresas de semicondutores, que obtêm a maior parte de suas receitas na China, saltaram. O índice Philadelphia para o setor avançou 1,9%.

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Sensíveis à economia, os setores de óleo e gás e financeiro lideraram os ganhos percentuais no S&P 500. As ações de energia ganharam 1,9%, enquanto as de empresas do segmento financeiro subiram 1,4%.

Os índices acionários também se beneficiaram do avanço da curva de rendimento dos Treasuries, bem como de balanços corporativos até aqui melhores do que o esperado, disse Mona Mahajan, estrategista de investimentos da Allianz Global Investors nos EUA. Na sessão desta segunda-feira, o S&P 500 ultrapassou a marca de 3 mil pontos, ficando a 0,7% de sua máxima recorde de fechamento.

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"Estamos no aguardo de um avanço para além dessa marca", disse Mahajan. "Até agora, os primeiros sinais que vemos são favoráveis."

Mas a queda em papéis da Boeing limitou os ganhos no índice Dow Jones. As ações da fabricante de aeronaves cederam 3,8%, depois de diversas corretoras rebaixarem os "ratings" da empresa na esteira de notícias que colocaram em dúvida o retorno do jato 737 MAX aos serviços.

(Por April Joyner, com reportagem adicional de Shreyashi Sanyal e Medha Singh em Bengaluru)

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