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Focus: mediana do IPCA 2026 passa de 4,05% para 4,02%, abaixo do teto da meta

Inflação oficial do país encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26% em 12 meses, segundo dados do IBGE

Economia|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 caiu de 4,05% para 4,02%, abaixo do teto da meta de inflação (4,50%).
  • Projeção para o IPCA de 2027 permanece estável em 3,80% pela 11ª semana consecutiva.
  • O IPCA encerrou 2025 com alta de 4,26%; o BC prevê uma alta de 3,5% para 2026.
  • A meta de inflação é de 3% com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, sendo importantíssimo o reenquadramento da inflação dentro dessa meta.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em 2025, meta da inflação passou a ser contínua e com base no IPCA acumulado em 12 meses Joédson Alves/Agência Brasil - Arquivo

A mediana para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 2026 caiu de 4,05% para 4,02%, segundo o relatório de mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira (19). A taxa da inflação oficial do país está 0,48 ponto percentual abaixo do teto da meta contínua, definido em 4,50%.

Há um mês, a mediana era de 4,06%. Considerando-se apenas as 51 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, o indicador subiu de 4,00% para 4,02%.


Enquanto isso, a projeção para o IPCA de 2027 permaneceu em 3,80% pela 11ª semana seguida. E, consideradas só as 44 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, o resultado também permaneceu em 3,80%.

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Resultado de 2025 e estimativas

O IPCA encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). E, segundo a trajetória divulgada no comunicado da reunião de dezembro do Copom (Comitê de Política Monetária), o BC (Banco Central) prevê que o índice encerre este ano em 3,5%.


A expectativa do grupo é de que, em 12 meses, a inflação acumulada chegue a 3,2% no horizonte relevante de política monetária — atualmente, o segundo trimestre de 2027.

No ano passado, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Se o indicador ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, a avaliação é de que o BC perdeu o alvo.


Isso aconteceu após a divulgação do IPCA de junho último. Em novembro de 2025, a inflação acumulada em 12 meses caiu a 4,46%, abaixo do teto. Contudo, no último RPM (Relatório de Política Monetária), o BC reafirmou o compromisso com a convergência da inflação ao centro da meta, de 3%.

“O reenquadramento da inflação dentro dos limites estabelecidos para a faixa de tolerância é uma etapa natural do processo de convergência à meta”, afirma o texto.


No Focus desta segunda-feira (19) as projeções para o IPCA de 2028 e 2029 permaneceram em 3,50%, pela 11ª e pela 20ª semana consecutiva, respectivamente.

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