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Preço das passagens deve reduzir tráfego aéreo e governo avalia plano de emergência

Alta nas passagens acompanha o encarecimento do querosene de aviação, pressionado pelas cotações internacionais do petróleo

Economia|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro de Portos e Aeroportos prevê queda no tráfego aéreo devido à alta do preço do petróleo.
  • Impacto na movimentação de passageiros é esperado ao longo de 2026.
  • Governo avalia novas medidas para mitigar os efeitos da alta dos combustíveis nas passagens aéreas.
  • Medidas emergenciais já foram adotadas para apoiar o setor da aviação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Governo já anunciou linha de financiamento para comprar combustível de até R$ 2,5 bi por companhia Rovena Rosa/Agência Brasil - Arquivo

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou nesta sexta-feira (24) que o setor de aviação comercial no Brasil sentirá o impacto negativo da alta do preço do petróleo nos valores do QAV (querosene de aviação) e terá uma redução de movimentação de passageiros no decorrer de 2026.

“Sabemos que há uma crise conjuntural e global afetando o preço do querosene de aviação, e isso pode impactar a movimentação de passageiros aéreos ao longo do ano”, afirmou em nota.


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Segundo o ministro, o governo federal estuda novas medidas na tentativa de reduzir a influência da alta do combustível nos preços das passagens aéreas. Ainda assim, o efeito negativo é dado como certo pelo Executivo.

“Estamos estudando outras medidas para que os passageiros brasileiros não sejam tão prejudicados. Os impactos provavelmente serão sentidos, mas o governo federal está atuando para reduzir”, garantiu.


Entre as medidas emergenciais já adotadas pelo governo federal para o setor da aviação estão:

  • Zerar as alíquotas de PIS/Cofins sobre o QAV. Espera-se redução direta de cerca de R$ 0,07 por litro do combustível;
  • Postergar, para dezembro, o pagamento das tarifas de navegação aérea ao Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), referentes aos meses de abril a junho de 2026;
  • Disponibilizar uma linha de financiamento por meio do Fnac (Fundo Nacional de Aviação Civil), voltada à aquisição de combustível, com risco assumido pelas empresas, de até R$ 2,5 bilhões por companhia.
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