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Impacto de leilões na economia acontecerá na próxima década, diz ANP

Economia|Do R7

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O impacto do conjunto de leilões de petróleo e gás realizados neste anos, tanto na economia quanto para a sociedade como um todo, "já está contratado para a próxima década", afirmou nesta quinta-feira, 10, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone.

Ele participa da abertura da 16ª Rodada de Licitações, que acontece na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

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No leilão, serão ofertados 36 blocos, localizados em sete setores de cinco bacias sedimentares marítimas: Pernambuco-Paraíba, Jacuípe, Camamu-Almada, Campos e Santos, que somam 29,3 mil km² de área.

Ao todo, 17 empresas foram inscritas para participar da disputa. Na sala de apresentação de ofertas estão representantes das grandes petroleiras, como da ExxonMobil, Shell e Total, além da Petrobrás.

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O presidente da estatal, Roberto Castello Branco, foi um dos primeiros a chegar ao hotel, antes das 8 horas.

"Estamos confiantes que o que fazemos está alinhado aos interesses do Brasil, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental. Estou seguro que vamos ter um leilão bastante competitivo", afirmou Oddone, acrescentando que a inclusão de áreas próximas ao Parque Marinho de Abrolhos só foi autorizada porque a agência considerou que a atividade não vai causar impacto no meio ambiente.

A Justiça Federal da Bahia aprovou a inclusão dos blocos, mas exigiu da ANP que informasse que a continuidade dos projetos está condicionada ao avanço dos estudos de viabilidade ambiental nas áreas, localizadas no sul da Bahia.

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