Logo R7.com
RecordPlus
‌

Impactos econômicos do Super El Niño devem aparecer no ano que vem, alerta professor

Excesso de chuvas no Sul e seca no Norte e Nordeste devem afetar produção de grãos e colheita em 2027

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Cepal estima que o fenômeno El Niño levará quase cinco milhões de pessoas a viver com menos de US$ 1,90 por dia, com impactos significativos até 2026.
  • Meteorologistas preveem que o 'Super El Niño' terá efeitos climáticos mais fortes, afetando o setor produtivo e reduzindo o PIB da região em até 2%.
  • Os impactos das chuvas e secas serão sentidos na inflação em três a seis meses e no PIB após um ano, segundo o professor Rodrigo Simões.
  • O excesso de chuvas no Sul e secas no Norte e Nordeste devem desequilibrar a produção de grãos, afetando o agronegócio e o comércio em 2027.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), afiliada das Nações Unidas, estima que a passagem do El Niño leve quase 5 milhões de pessoas a viver com menos de US$ 1,90 (R$ 5,14) por dia, com metade dos impactos ocorrendo ainda em 2026.

Meteorologistas já preveem que os efeitos climáticos do fenômeno neste ano devem ser ainda mais fortes do que nos anteriores, naquilo que é chamado de ‘Super El Niño’. O aumento na força das chuvas e na severidade das secas afetará o setor produtivo por inteiro.

‌

A Cepal espera que o PIB (Produto Interno Bruto) do território representado pela Comissão seja reduzido em até 2%. “Esses impactos de chuva a gente não consegue ver imediatamente. [...] A gente vê o impacto na inflação em aproximadamente de três a seis meses, e no PIB após um ano”, apontou o professor da Faculdade do Comércio, Rodrigo Simões.

Durante o Conexão Record News desta terça (23), o especialista ainda analisou que o excesso de chuvas no Sul e as secas no Norte e Nordeste devem causar um desequilíbrio na produção de grãos e afetar a colheita realizada no início de 2027. “Queda no agro prejudica também o comércio. Prejudica também a compra de máquinas, que o agricultor não consegue dar sequência nos contratos na produção”, concluiu.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.