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Índice geral de preços recua na primeira semana de agosto

Alimentos frescos e vestuário contribuíram para a leve alta da prévia

Economia|Do R7

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Os preços ao consumidor caíram graças à ajuda dos vestuários
Os preços ao consumidor caíram graças à ajuda dos vestuários

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) variou 0,13%, na primeira prévia de agosto. Para o mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 0,26%. O primeiro levantamento do IGP-M deste mês compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de julho.

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) registrou variação de 0,15%, no primeiro decêndio de agosto. No mesmo período do mês de julho, o índice variou 0,21%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais avançou de -0,41% para 0,20%.


Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -5,16% para -1,95%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,05%, taxa idêntica à apurada no mês anterior.

A principal contribuição no sentido descendente partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura (1,60% para 1,31%). No sentido oposto, destaca-se o subgrupo materiais e componentes para a construção (0,08% para 0,83%).


O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de -0,97%. No mês anterior, a taxa foi de -0,05%. Os itens que mais influenciaram a trajetória deste grupo foram: soja (em grão) (4,07% para -2,82%), milho (em grão) (0,16% para -5,52%) e mandioca (aipim) (-1,97% para -4,98%). Com taxas em sentido ascendente, destacam-se: leite in natura (3,04% para 5,62%), minério de ferro (-4,64% para -4,14%) e cana-de-açúcar (-1,31% para -0,07%).

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) apresentou, no primeiro decêndio de agosto, taxa de variação de -0,04%. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,04%. Seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. 


A maior contribuição partiu do grupo vestuário (0,66% para -1,51%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item roupas, cuja taxa passou de 0,94% para -2,10%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos:


- Habitação (0,49% para 0,20%);

- Saúde e Cuidados Pessoais (0,47% para 0,44%);

- Educação, Leitura e Recreação (0,45% para 0,30%);

- Despesas Diversas (0,26% para 0,18%); e 

- Comunicação (0,09% para 0,04%).

Os itens que contribuíram para estes movimentos foram: mão de obra para reparos em residência (1,64% para 0,49%), medicamentos em geral (0,21% para 0,11%), passagem aérea (13,33% para -4,50%), clínica veterinária (0,81% para -0,02%) e tarifa de telefone móvel (0,33% para 0,29%), respectivamente.

Em contrapartida, duas classes de despesa apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Alimentação (-0,52% para -0,22%) e Transportes (-0,52% para -0,18%). Nestes grupos, destacam-se os itens: carnes bovinas (-0,77% para 1,07%) e tarifa de ônibus urbano (-2,46% para -1,01%), nesta ordem.

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou, no primeiro decêndio de agosto, taxa de 0,33%. No primeiro decêndio de julho, a taxa foi de 1,01%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,59%. 

No mês anterior, a taxa havia sido de 0,48%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 0,09%, no primeiro decêndio de agosto. Na apuração referente ao mesmo período do mês anterior, o índice apresentou variação de 1,50%.

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